AVISOS DA COMUNIDADE:

Seg, 07 de Novembro de 2011 12:55
As vésperas da Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo a Arquidiocese de Goiânia convida todo o povo de Deus para a Ordenação Presbiteral de três diáconos, Aurélio Vinhadele de Siqueira, Divino Antônio da Silva e Rafael Oliveira da Silva. A cerimônia será realizada no dia 19 deste mês, às 15 horas, na Catedral Metropolitana.
História de vida dos diáconos
Aurélio Vinhadele de Siqueira, nascido aos 8 de janeiro de 1978, em Goiânia. Filho de José Silvério de Sousa e de Cleusa Vinhadele de Alcântara Sousa. Ao mesmo foi conferido o Batismo na Paróquia Sagrado Coração de Jesus de Goiânia, Arquidiocese de Goiânia. Recebeu a Primeira Eucaristia e o Crisma na Paróquia Santa Luzia, nesta capital.
Divino Antônio da Silva, nascido aos 14 de julho de 1973, em Goianésia. Filho de José Severino da Silva e de Maria Rosa da Silva. Ao mesmo foi conferido o Batismo a Primeira Eucaristia e o Crisma na Paróquia Nossa Senhora D’Abadia, em Goianésia, Diocese de Uruaçu.
Rafael Oliveira da Silva, nascido aos 16 de agosto de 1983 em Goiânia. Filho de Mauro Lúcio da Silva e de Joselita Alves de Oliveira da Silva. Ao mesmo foi conferido o Batismo na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de São Vicente/SP, Diocese de Santos. Recebeu a Primeira Eucaristia e o Crisma na Paróquia São João Batista, situada no Setor Colina Azul, na cidade de Aparecida de Goiânia.

ORAÇÃO:


Ó Mãe Querida, no Teu manto de Ternura, viemos buscar proteção.

Maria, Mãe: Acolhe-nos como filhos e dai-nos tua benção.

Maria Mulher: Dai-nos coragem e esperança nas dificuldades da vida

Maria, Discipula: Ensina-nos a conhecer teu Filho Jesus, para amá-lo e segui-Lo.

Maria das Dores: Consola-nos e dai-nos a vontade lutar contra toda a injustiça violência e morte.

Oração das Dores: Consola-nos e dai-nos a vontade de lutar contra toda a injustiça, violência e morte.

Maria da Ressurreição: Orienta nossa comunidade para que seja sinal de vida, acolhida e partilha, fraternidade e solidariedade.

Oh mãe Querida, seja para nós, Maria da Libertação, Amén!

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Cleiton Leal, Todos os Direitos Reservados. Tecnologia do Blogger.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
    Sábado dia 20 de novembro de 2010, a turma de CRISMA da Neizelaine fizeram a confraternização na Casa do Mozart que é  Marido da Neizelaine.
    O pessoal super animado teve também a visita do Padre Roque, logo depois um jantar com direito a sobremesa, e depois começou uma dinâmica muito interessante sobre o significado do presente, após isso a revelação do amigo secreto.

Parabéns e continuem unidos assim.





segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Como muito prazer posto aqui que ontem dia 07/11/2010 a turma de Catecumenos 2010 da Paróquia Nossa Senhora da Libertação fizeram sua 1º EUCARISTIA.

Como sempre a Paróquia estava cheia dos familiares tanto de crianças,jovens e adultos também. Foi um momento muito lindo de fé celebrado pelo Padre Roque.

Parabéns a Todos e aqui tem uma amostra de algumas fotos tiradas da celebração e posteriormente o video será postado tambem via youtube



DOWNLOAD:
Acho que todos que já viram as fotos da ultima Missa de Cura e Libertação que foi celebrada do lado de fora da nossa Paróquia não e?


Isso não poderia ter acontecido se VOCÊ DIZIMISTA não tivesse contribuído como vem fazendo todo mês.
Hoje temos um Palco pra celebrações externas graças a contribuição de TODOS. 

"Lembre-se de que as obras não podem parar"


Hoje temos além da manutenção da Igreja o projeto do Muro que está sendo construído com sua doação.

Seja um dizimista, e bem simples durante as celebrações de Domingo basta procurar pela Equipe do Dízimo ou Pelo Divino ele fica do lado esquerdo de quem entra pela Entrada Principal. Ou na Secretaria procurar pela Regina  que é a Secretaria Paroquial.

Agradecemos aqui a todos os Dizimistas e as pessoas que fizeram doação não só com dinheiro mais com Mão de Obra, Oração e o Principal que é acreditar que podemos crescer sempre e sempre.. Amén.


Segue abaixo o link de algumas fotos das construções recentes da Nossa Paróquia
domingo, 24 de outubro de 2010
As vezes nós acordamos as 09:00 da manhã, o sol ja nasceu e ja é quase hora de almoçar, você olha pro seu relógio e fala.... "tenho que ir pro trabalho, mais eu ganho pouco demais, depois tenho que ir pro colégio, chegar em casa e estudar ainda, é sabado tenho que lavar roupa etc... etc...."

" COMO A MINHA VIDA É RUIM...! "

Tem certeza?
Olha que não é veja o video e tente não chorar








Então pense sempre um pouco mais antes de falar qualquer coisa sobre sua vida...
Sempre agradeça pelos seus Problemas e pelas suas alegrias.

Amén....
sexta-feira, 17 de setembro de 2010

No sabado dia 11 Setembro de 2010, aconteceu  o encerramento da novena da nossa padroeira que começou no dia primeiro. Em seguida fizemos uma pequena festa com comes e bebes e bingos.

No domingo dia 12 de setembro de 2010, houve a coroação de nossa senhora da libertação.





DOWNLOAD DE FOTOS:

Aconteceu a missa a missa de cura e libertação onde recebemos a confirmação do batismo pelo Padre Roque e todos os Ministros da paróquia.
Foi um momento lindo e especial para nós católicos.
Obrigado Padre Roque.

Como no batismo de Jesus nas águas do Rio Jordão, hoje 09 de setembro de 2010 fui confirmado.
Eu ......................................................
Sou teu(a) filho(a) amado (a). Sou igreja, Corpo de Cristo e em min está o espirito Santo. 

Paróquia Nossa Senhora da Libertação


Pe. Roque João Bieger



DOWNLOAD FOTOS: 
quarta-feira, 1 de setembro de 2010


PARÓQUIA 
NOSSA SENHORA DA LIBERTAÇÃO

O Batismo nos torna em Jesus, Filhos de Deus. O homen velho é mortificado e o homen novo é nascido a cada dia. Sendo necessário sempre renovarmos nossas promessas feitas quando fomos batizados, confirmando então nossa fidelidade com nosso Deus-Trino.
É com muito carinho que convidamos você batizado(a) para a grande Celebração da Renovação das Promessas do Batismo, onde também será aspergida sobre nós, as águas do Rio Jordão (água purificada por Jesus no dia de seu batismo (MT: 3,13 e 16)

- Acontecerá:
Dia: 09 de setembro de 2010.
Hoário: 19h 30m


Local: Estacionamento da Pároquia (Rua transversal QD-75 - Jardim Liberdade) atrás da Escola Municipal Stephânia Alves Bispo.

Obs.: A Missa acontecerá no estacionamento da Paróquia.
Estamos precisando de ajuda quem puder chegar mais cedo favor entrar em contato com Secretaria.

  • Maiores informações ligue para Secretaria da Paróquia (062) 3595 - 4558 (falar com Regina)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Bom dia.

Informamos que a Missa de Cura e Libertação será realizada no dia 12 de Agosto de 2010. 
Hora: 19:30

Att.

Paróquia Nossa Senhora da Libertação.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
A PAROQUIA NOSSA SENHORA DA LIBERTAÇÃO, AGRADECE A VISITA DE UM DOS SEUS MEMBROS FUNDADORES. 

Pe LUIS SCHIAVO 



"OBRIGADO Pe LUIS, NÓS TE AMAMOS SEMPRE!!!!'
terça-feira, 20 de julho de 2010






A Paróquia Nossa Senhora da Libertação convida todos para a Missa de Cura e Libertação que Retonará no dia 05 de Agosto de 2010. Venha participar e receber a cura e a bençãos pelas mãos do Padre Roque.
segunda-feira, 12 de julho de 2010

A Pároquia Nossa Senhora da Libertação, vem por meio deste informar que:

Missa de cura e libertação: Dia 05 de Agosto de 2010.
Catequese: a partir do dia 7 de Agosto de 2010.
Perseverança:  a partir do dia 7 de Agosto de 2010.
Pré Catequese:  a partir do dia 7 de Agosto de 2010.
Crisma: a partir do dia 7 de agosto 2010.
Dúvidas procurar Secretaria.


Att.
Mozart Mello.
Coordenação.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O matrimônio é fruto de um conhecimento, pois só se conhece aquilo que se ama

Segue abaixo palestra com Padré Leo



terça-feira, 15 de junho de 2010



É preciso perguntar: este namoro nos ajuda a crescer?

Há namoros complicados que se prolongam por muitos anos sem uma definição, havendo, às vezes, várias separações e voltas, sem que o relacionamento amadureça e chegue ao casamento. Então, é preciso examinar bem as razões pelas quais esses casais de namorados já se separaram tantas vezes. Os problemas que geraram as separações foram resolvidos ou será que ambos “taparam o sol com a peneira”? Se os motivos das separações foram importantes e eles souberam resolver em cada caso os problemas em suas raízes, e isso serviu até para uni-los mais, tudo bem, o namoro deve continuar. Mas, se os problemas são os mesmos, se repetem, e eles não conseguem resolvê-los, então é preciso pedir a ajuda de alguém que os oriente, no sentido de se tomarem uma decisão.

Não se pode ficar no namoro como um carro atolado no mesmo lugar; o carro pode até atolar, mas deve sair e continuar a viagem. Faço uma pergunta aos dois: este namoro os ajuda a crescer? Cada um de vocês sente falta da presença do outro? Toda crise, qualquer que seja, enfrentada com coragem, lucidez, trabalho e uma boa orientação, pode gerar crescimento para a pessoa e para o casal. Uma crise de relacionamento pode até ser um aprendizado para uma futura vida de casados, quando essas crises acontecem e com mais frequência.

O mais importante, repito, é não “tapar o sol com a peneira”; isto é, fingir que resolveram os problemas e irem empurrando o namoro com a barriga até o casamento. Quando um casal briga muito nesse período [namoro], pode estar certo de que vai brigar mais ainda depois de casados. Vale a pena isso? Então, se o relacionamento não vai bem e não melhora, então, é melhor terminá-lo. O namoro é para isso mesmo, para verificar se a outra pessoa é adequada para viver comigo para sempre, constituir família e ter filhos. Não caiam jamais no erro do “me engana que eu gosto”; que é a mesma coisa do avestruz que enfia a cabeça na areia para não ver a tempestade à frente; enfrente a tempestade ou então fuja dela.

Nenhum casal de namorados deve partir para o casamento com dúvidas sérias sobre o outro; há muitos casos de separações de casados por causa disso. Há problemas graves que podem ser resolvidos com um bom diálogo, compreensão de ambas as partes, oração, orientação, paciência, entre outros. Mas não se pode acomodar com um problema; o rato morto não pode ficar no porão da casa porque vai fermentar e exalar mau odor.

É preciso aprender a dialogar; tentar entender as razões do outro, saber se calar e esperar o outro falar tudo o que tem para falar. Um segredo que evita muitas brigas no namoro é saber combinar as coisas. Muitos brigam porque não combinam as coisas a fazer. Por exemplo, quando ir à casa de cada um, quando fazer um programa ou outro. Tudo deve ser combinado antes, com antecedência, para que as surpresas da vida não os leve a brigar. O povo diz, e com muita razão, que “o combinado não é caro”. Então, se as coisas são combinadas antes, muitas brigas podem ser evitadas, isso vale inclusive para o noivado e casamento.

Se você tem consciência de que errou e machucou o outro, então a primeira coisa a fazer é pedir perdão e prometer-lhe que não fará mais isso. Esse ato de humildade fortalece o relacionamento e o torna mais humano. Mas mesmo assim, você terá de reconquistar a confiança que talvez tenha sido abalada quando você errou e magoou o outro.

Algumas vezes há coisas mal-entendidas no relacionamento. É preciso esclarecer isso muito bem; não deixe que a fofoca destrua o namoro; coloquem as coisas às claras, com sinceridade e honestidade. A humildade é a fortaleza dos que amam; aquele que tem maior amor deve dar o primeiro passo, vencer o orgulho e ir ao encontro do outro.

Reze e peça a Deus a graça de poder falar com clareza e sabedoria o que precisa ser dito. Consagre seu namoro a Deus e peça a Ele que os conduza.





Felipe Aquino

felipeaquino@cancaonova.com


Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor FelipeSite do autor: www.cleofas.com.br
terça-feira, 8 de junho de 2010
BORAAAAAAAAAAA!!!!


E DIA 12 DE JUNHO VAMOS ESPALHAR PRA TODO MUNDO !!!!!!


VAI TER QUADRILHAA!!!!!


ATÉ AS MUSICAS DO BLOG JA ENTRARAM NO CLIMA DE QUADRILHA!!!!!
BORAAA DIVULGAR !!! ESSA FESTA TODO MUNDO TA CONVIDADO E DIA 12 !!!!


O INGRESSO E UM BINGO QUE CUSTA R$2,00 E VOCE AINDA PODE GANHAR UM DOS PRÊMIOS! JA PENSOU GASTAR R$2 REAIS E GANHAR UM MINI SYSTEM OU UM CELULAR  OU UM VENTILADOR???



ENTÃO...

VAMO PRA QUADRILHAAAA!!!!



Exibir mapa ampliado
domingo, 6 de junho de 2010



COMUNIDADE PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA LIBERTAÇÃO CONVIDA:
FESTA JUNINA DIA 12 DE JUNHO !!
LOCAL: ANTIGO CIDADÃO 2000 (UMAS)
TRAGA SUA FAMILIA VENHA PARTICIPAR DA NOSSA QUADRILHA!!!
INGRESSOS (BINGO): LOCAL,PAROQUIA E NO PROPRIO LOCAL
PREÇO: R$2,00
HORÁRIO: A PARTIR DAS 19:30


 PRÊMIOS:
1º MINI SYSTEM MP3
2º CELULAR COM CÂMERA
3º VENTILADOR


segunda-feira, 31 de maio de 2010


A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA LIBERTAÇAO PRESTA SEUS SENTIMENTOS AO NOSSO COORDENADOR DA EQUIPE DE ANIMAÇÃO LITÚRGICA "JOSÉ WILSON"  QUE PERDEU SEU FILHO NO ESTADO DO MATO GROSSO NO DIA 29/05/2010.

NESSE MOMENTO NÓS ESTAMOS PEDINDO ORAÇÃO PELO NOSSO GRANDE AMIGO PARA QUE DEUS LHE DÊ FORÇAS NESSA HORA TÃO DIFÍCIL.

PEDIMOS A TODOS QUE REZEM UMA AVE MARIA PELO NOSSO GRANDE AMIGO NESSE MOMENTO TÃO TRISTE E QUE DEUS ESTEJA SEMPRE JUNTO DE VOCÊ.

JOSÉ WILSON.



Goiânia, 31 de maio de 2010.
terça-feira, 18 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
        

Os dez mandamentos da Lei de Deus
1. Amar a Deus sobre todas as coisas
2. Não tomar seu santo nome em vão
3. Guardar os domingos e festas
4. Honrar pai e mãe
5. Não matar
6. Não pecar contra a castidade
7. Não furtar
8. Não levantar falso testemunho
9. Não desejar a mulher do próximo
10. Não cobiçar as coisas alheias

Os cinco mandamentos da Igreja
1. Ouvir Missa inteira nos domingos e festas de guarda
2. Confessar-se ao menos uma vez a cada ano
3. Comungar ao menos uma vez pela Páscoa da ressurreição
4. Jejuar e abster-se de carne, quando manda a Santa Mãe Igreja
5. Pagar o dízimo, segundo o costume

Virtudes cardeais
1. Prudência
2. Justiça
3. Força
4. Temperança
Virtudes Teologais
1. Fé
2. Esperança
3. Caridade
Obras corporais de misericórdia
1. Dar de comer a quem tem fome
2. Dar de beber a quem tem sede
3. Vestir os nus
4. Dar pousada aos peregrinos
5. Assistir os enfermos
6. Visitar os presos
7. Enterrar os mortos


Os 12 Apóstolos de Jesus


Os Apóstolos foram escolhidos pelo próprio
Jesus entre todos os seus discípulos para divulgar
o Evangelho pelo mundo.
Primeiro, Simão, também chamado Pedro, e André,
seu irmão. Tiago Maior (filho de Zebedeu) e João
(Evangelista, autor do quarto Evangelho e do Apocalipse),
seu irmão, Filipe e Bartolomeu.
Depois Tomé e Mateus (o publicano e Evangelista).
Tiago Menor (filho de Alfeu) e Judas Tadeu, Simão Zelota
(o Cananeu) e Judas Iscariotes, aquele que o traiu.



Os sete sacramentos
1. Batismo
2. Confirmação ou Crisma
3. Eucaristia
4. Penitência ou reconciliação
5. Unção dos enfermos
6. Ordem
7. Matrimônio

Pecados capitais
1. Orgulho
2. Avareza
3. Inveja
4. Cólera
5. Luxúria
6. Gula
7. Preguiça


Obras espirituais de misericórdia
1. Admoestar os pecadores
2. Instruir os ignorantes
3. Aconselhar os que têm dúvidas
4. Consolar os aflitos
5. Suportar com paciência os que nos incomodam
6. Perdoar de coração
7. Rezar pelos vivos e pelos mortos

Dons do Espírito Santo
1. Sabedoria
2. Inteligência
3. Conselho
4. Fortaleza
5. Ciência
6. Piedade
7. Temor de Deus

Conselhos evangélicos
(Não são mandamentos, mas o Evangelho nos aconselha)
1. Pobreza (renúncia aos bens supérfluos - viver na justiça)
2. Castidade
3. Obediência (caminhar humildemente com nosso Deus).
Os conselhos evangélicos servem de orientação de vida a todo o cristão.

quarta-feira, 12 de maio de 2010
No dia 6 de maio houve a celebração mensal da Missa de Cura de Libertação Celebrada pelo Padre Rogue, uma celebração muito bonita e algumas fotos foram tiradas no dia veja :



O album com as fotos ja está disponível no link abaixo, ou então basta clicar no link fotos acima

Veja as fotos
segunda-feira, 10 de maio de 2010
DEUS de tão grande que é, se faz pequeno, para nos mostrar o tão grande é o seu AMOR por nós
JESUS, manso e humilde de coração , fazei o meu coração semelhante ao vosso!

Amém

PARTE I




PARTE II


quarta-feira, 5 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010


CONVITE:



sexta-feira, 30 de abril de 2010
Você já tirou fotos na comunidade?





Se você já tirou alguma foto na nossa comunidade e que queira compartilhar com o blog envie sua foto para nosso email de contato (malibertacao@gmail.com) para podermos divulgar um pouco da História da nossa paróquia.


Você quer um exemplo?





Após o tratamento conseguimos melhorar um "pouco" a qualidade veja:

Veja logo atras da equpe de animação que, na época que foi tirado essa fotografia não tinhamos nem os bancos atuais da nossa paróquia.

"Relembrar é viver...."




A foto acima foi tirada no ano de 1994:
Ajude-nos com seu material envie-nos por email, ou então procure a equipe da paróquia:




Obrigado!
terça-feira, 27 de abril de 2010







“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves   e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).

Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.

Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.

Aqui e acolá em suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Atos dos Apóstolos, um amplo esboço das atividades de Paulo. Lucas, autor dos Atos, era médico e historiador gentio do primeiro século.

Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intérminos debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registros. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjeturas.

A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo lampeja repentinamente em cena como um adulto numa crise religiosa, resolvida pela conversão. Desaparece por muitos anos de preparação. Reaparece no papel de estadista missionário, e durante algum tempo podemos acompanhar seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes de sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.

Sua Juventude:

Antes, porém, que possamos entender Paulo, o missionário cristão aos gentios, é necessário que passemos algum tempo com Saulo de Tarso, o jovem fariseu. Encontramos em Atos a explicação de Paulo sobre sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (At 21:39). Esta afirmação nos dá o primeiro fio para tecermos o pano de fundo da vida de Paulo.

A) Da Cidade de Tarso. No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela.

Ao norte de Tarso erguiam-se imponentes, cobertas de neve, as montanhas do Tauro, que forneciam a madeira que constituía um dos principais artigos de comércio dos mercadores tarsenses. Uma im­portante estrada romana corria ao norte, fora da cidade e através de um estreito desfiladeiro nas montanhas, conhecido como “Portas Cilicianas”. Muitas lutas militares antigas foram travadas nesse passo entre as montanhas.

Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os fatos e as lendas se entremesclavam, tornando seus cidadãos ferozmente orgulhosos de seu passado.

O  general romano Marco Antônio concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”) em 42 a.C. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autônoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.

Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Em seus escritos, encontramos reflexos de vistas e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.

O reflexo do sol mediterrânico nos capacetes e lanças romanos teriam sido uma visão comum em Tarso durante a infância de Saulo. Talvez fosse este o fundo histórico para a sua ilustração concernente à guerra cristã, na qual ele insiste em que “as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas” (2 Co 10:4).

Paulo escreve de “naufragar” (1 Tm 1:19), do “oleiro” (Rm 9:21), de ser conduzido em “triunfo”      (2 Co 2:14). Ele compara o “tabernáculo terrestre” desta vida a um edifício de Deus, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Co 5:1). Ele toma a palavra grega para teatro e, com audácia, aplica-a aos apóstolos, dizendo: “nos tornamos um espetáculo (teatro) ao mundo” (1 Co­ 4:9).

Tais declarações refletem a vida típica da cidade em que Paulo passou os anos formativos da sua meninice. Assim as vistas e os sons deste azafamado porto marítimo formam um pano de fundo em face do qual a vida e o pensamento de Paulo se tornaram mais compreensíveis. Não é de admirar que ele se referisse a Tarso como “cidade não insignificante”.

Os filósofos de Tarso eram quase todos estóicos. As idéias estóicas, embora essencialmente pagãs, produziram alguns dos mais nobres pensadores do mundo antigo. Atenodoro de Tarso é um esplêndido exemplo.

Embora Atenodoro tenha morrido no ano 7 d.C., quando Saulo não passava de um menino pequeno, por muito tempo o seu nome permaneceu como herói em Tarso. E quase impossível que o jovem Saulo não tivesse ouvido algo a respeito dele.

Quanto, exatamente, foi o contato que o jovem Saulo teve com esse mundo da filosofia em Tarso? Não sabemos; ele não no-lo disse. Mas as marcas da ampla educação e contato com a erudição grega o acompanham quando homem feito. Ele sabia o suficiente sobre tais questões para pleitear diante de toda sorte de homens a causa que ele representava. Também estava cônscio dos perigos das filosofias religiosas especulativas dos gregos. “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens... e não segundo Cristo”, foi sua advertência à igreja de Colossos (Cl 2:8).

B) Cidadão Romano. Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.

Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28). Isso implica que seu pai fora cidadão romano.

Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara haver “comprado” sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (At 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.

A cidadania romana era preciosa, pois acarretava direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.

Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus se tornavam cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.

C)  De Descendência Judaica. Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa de sua família. Ele se descreve aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Fp 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rm 11:1).

Dessa forma Paulo pertencia a uma linhagem que remontava ao pai de seu povo, Abraão. Da tribo de Benjamim saíra o primeiro rei de Israel, Saul, em consideração ao qual o menino de Tarso fora chamado Saulo.

A escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estaria estudando a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.

Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos (veja o capítulo 5, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles se haviam tornado a “aristocracia espiritual” de seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (At 23.6). Podemos estar certos, pois, de que seu preparo religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.

Saulo de Tarso passou em Jerusalém sua virilidade “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei. . .“ (At 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Atos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”

Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.

Após completar seus estudos com Gamaliel, esse jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que o tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.

Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Atos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Co 15:9). Em outras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Fp 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gl 1:13).

Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo jorra alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tm 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.

D)  A Morte de Estevão. Não fora pelo modo como Estevão morreu (At 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem comoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos apedrejadores. Teria parecido apenas outra execução legal.

Mas quando Estevão se ajoelhou e as pedras martirizantes choveram sobre sua cabeça indefensa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7:60).

Embora essa crise tenha lançado Paulo em sua carreira como caçador de hereges, é natural supor que as palavras de Estevão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.

E) Uma Carreira de Perseguição. Os eventos que se seguiram ao martírio de Estevão não são agradáveis de ler. A história é narrada num só fôlego: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3).

A Conversão:

A perseguição em Jerusalém na realidade espalhou a semente da fé. Os crentes se dispersaram e em breve a nova fé estava sendo pregada por toda a parte (cf. Atos 8:4). “Respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1), Saulo resolveu que já era tempo de levar a campanha a algumas das “cidades estrangeiras” nas quais se abrigaram os discípulos dispersos. O comprido braço do Sinédrio podia alcançar a mais longínqua sinagoga do império em questões de religião. Nesse tempo, os seguidores de Cristo ainda eram considerados como seita herética.

Assim, Saulo partiu para Damasco, cerca de 240 km distante, provido de credenciais que lhe dariam autoridade para, encontrando os “que eram do caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém” (Atos 9:2).

Que é que se passava na mente de Saulo durante a viagem, dia após dia, no pó da estrada e sob o calor escaldante do sol? A auto-revelação intensamente pessoal de Romanos 7:7-13 pode dar-nos uma pista. Vemos aqui a luta de um homem consciencioso para encontrar paz mediante a observância de todas as pormenorizadas ramificações da Lei.

Isso o libertou? A resposta de Paulo, baseada em sua experiência, foi negativa. Pelo contrário, tornou-se um peso e uma tensão intoleráveis. A influência do ambiente helertístico de Tarso não deve ser menosprezada ao tentarmos encontrar o motivo da frustração interior de Saulo. Depois de seu retorno a Jerusalém, ele deve ter achado irritante o rígido farisaísmo, muito embora professasse aceitá-lo de todo o coração. Ele havia respirado ar mais livre durante a maior parte de sua vida, e não poderia renunciar à liberdade a que estava acostumado.

Contudo, era de natureza espiritual o motivo mais profundo de sua tristeza. Ele tentara guardar a Lei, mas descobrira que não poderia fazê-lo em virtude de sua natureza pecaminosa decaída. De que modo, pois, poderia ele ser reto para com Deus?

Com Damasco à vista, aconteceu uma coisa momentosa. Num lampejo cegante, Paulo se viu despido de todo o orgulho e presunção, como perseguidor do Messias de Deus e do seu povo. Estevão estivera certo, e ele errado. Em face do Cristo vivo, Saulo capitulou. Ele ouviu uma voz que dizia: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues;. . . levanta-te, e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (At 9:5-6). E Saulo obedeceu.

Durante sua estada na cidade, “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu nem bebeu” (Atos 9:9). Um discípulo residente em Damasco, por nome Ananias, tornou-se amigo e conselheiro, um homem que não teve receio de crer que a conversão de Paulo’ fora autêntica. Mediante as orações de Ananias, Deus restaurou a vista a Paulo.


O Mundo do Novo Testamento
terça-feira, 20 de abril de 2010
COMO EU VEJO UM VIDEO?

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sexta-feira, 16 de abril de 2010
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA LIBERTAÇÃO
GRUPO DE ORAÇÃO JESUS LIBERTADOR
-Região Tessalônica-
(Renovação Carismática Católica)

CONVITE

E com muito carinho que convidamos você e toda sua família para participar conosco do grupo de oração. Para que juntos possamos louvar o Senhor e também meditarmos a palavra de Deus que é fonte de sustento para nossas vidas!
Todas as quartas-feiras, partir das 19h30, na paróquia.

Aguardamos sua preciosa presença!
A paz de Jesus e o amor Maria estejam contigo Até Mais...
Essa semana o nosso paroco completou mais um ano de vida! Nossa Pároquia se alegra e canta por mais um ano ao lado de uma das pessoas mais importantes dos ultimos anos, uma pessoa que provou mudanças na nossa comunidade literalmente!
A única coisa que nós podemos desejar é MUITOS ANOS DE VIDA!!! e rezar uma Ave Maria por ele ne?

quarta-feira, 14 de abril de 2010
As vezes nós acordamos as 09:00 da manhã, o sol ja nasceu e ja é quase hora de almoçar, voce olha pro seu relógio e fala.... "aff tenho que ir pro trabalho, mais eu ganho pouco demais, depois tenho que ir pro colégio, chegar em casa e estudar ainda, é sabado tenho que lavar roupa etc... etc...."

" COMO A MINHA VIDA É RUIM... "

Tem certeza?
Olha que não é veja o video e tente não chorar



Então pense sempre um pouco mais antes de falar qualquer coisa sobre sua vida...
Sempre agradeça pelos seus Problemas e pelas suas alegrias.

Amén....
terça-feira, 13 de abril de 2010

O apóstolo São Tomé é profundamente humano, nós parecemos muito com ele na falta de fé, mas espero também na certeza do ressuscitado, pois sua incredulidade desapareceu diante de Cristo ressuscitado e dele temos a bela expressão de fé: “Meu Senhor e meu Deus!” (Cf. João 20,28). Parece uma birra que Tomé faz diante dos outros apóstolos que haviam visto o Mestre, pois dias antes Jesus apareceu para eles e Tomé não estava, por isso, parece que ele age como uma criança birrenta: ”Se eu não vir à marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (CF João 20,24-29). Muitas vezes o nosso relacionamento com Deus é parecido com o de uma criança birrenta com os seus pais, exigindo dele coisas que não são tão necessárias para nós. Sai do coração de Tomé a maior necessidade de todo cristão, uma experiência com Jesus ressuscitado, sem ela ele não poderia ser a testemunha qualificada do Mistério que eles viveram juntos, eu e você precisamos hoje fazer essa experiência.

Jesus atende e se submete a exigência de Tomé, mas exige dele também a fé. O Mestre não faz uma aparição exclusiva para o discípulo incrédulo, mas aparece junto com a comunidade reunida, pois é no seio da comunidade que Tomé faz a experiência de ver e crer no ressuscitado. Jesus tinha os olhos no futuro, naqueles que haveriam de crer sem terem visto, pelo testemunho e palavra dos apóstolos. Cristo aparece e diz: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado, E não sejas incrédulo, mas crê!” Tomé, como os outros discípulos se contentam com o ver, pois os apóstolos precisavam ser testemunhas oculares, por isso, as marcas da crucifixão são a prova de que àquele que lhes aparece é Jesus de Nazaré. Mas Jesus reserva para nós uma bem-aventurança especial, os que haverão de crer sem terem visto, acreditarão pelo testemunho e pela palavra da Igreja, hoje não existe uma experiência autêntica com o ressuscitado fora da comunidade de fé, só poderei ver e crer em Jesus na Igreja, minha comunidade, que garantirá que verdadeiramente: “Nós vimos o Senhor!”.

Tomé não pediu uma coisa qualquer, ele pediu o que havia de mais necessário em sua vida de apóstolo, como poderia testemunhar na China como foi sua missão e dar a vida pelo Mestre como deu, se não o tivesse visto e curado o seu coração da experiência dolorosa do calvário. O assassinato brutal daquele que havia depositado toda sua vida estava gravada na sua mente e no seu coração, por isso, Jesus também entende e usa a pedagogia do amor e da fortaleza para curar o coração de seu discípulo. Tomé ao colocar a mão nas marcas gloriosas das chagas de Jesus, experimenta a vitória da cruz, ao introduzir a mão no lado do ressuscitado Tomé é curado de toda frustração trazida pela cruz e pela morte, O Sangue glorioso de Jesus fez do incrédulo Tomé, uma testemunha vigorosa do seu amor e de sua vitória sobre a morte e sobre o pecado.


Para que nós também sejamos curados de nossa falta de fé, de nossas frustrações com a comunidade, a Igreja, com as pessoas, pois muitas vezes nos sentimos traídos pelos que mais amamos, e sejamos curados de todas as vezes que colocamos a culpa em Deus das coisas ruins e tristes que acontecem em nossa vida, coloquemos como São Tomé as mãos nas chagas gloriosas de Cristo e pelo seu Sangue sejamos lavados, purificados e amadurecidos na fé, e assim possamos dizer com toda confiança: “Meu Senhor e meu Deus!”.

Tem uma canção do Eugenio Jorge que nos ajuda muito a experimentar e a rezar a Jesus ressuscitado pedindo que ele aumente a nossa fé, nos dê uma fé nova, viva:

“Meu Senhor e meu Deus, meu Senhor e meu Deus,
Meu Senhor e meu Deus eu creio mais aumenta a minha fé!

Daí-me uma fé viva, daí-me uma fé nova,
Traduzida na vida, testemunhada no amor pelos irmãos”.

Clique em comentários e partilhe: qual o maior desafio para sua fé? E seus pedidos de orações.

Minha benção fraterna.

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Video montado com as fotos da VIA SACRA

A partir de hoje os vídeos serão atraves da Megavideo.

COMO EU VEJO UM VIDEO?

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domingo, 11 de abril de 2010
DSC02102.JPG

Primeiramente tivemos atrasos na criação do album devido a qualidade das imagens tiradas ja que foram a noite. Mais isso foi corrigido, e tivemos mais de 200 fotos tiradas fora outras que vão ser postadas futuramente.


Espero que gostem.

Ps.: quem tirou alguma foto e que possa compartilhar com o nosso blog, favor enviar email com as fotos ou procure a Secretaria da Igreja.

As fotos estão disponíveis no nosso Blog na pagina de Fotos ou Clique aqui

O VIDEO DA VIA SACRA ESTÁ SENDO COLOCADO NA INTERNET AGUARDEM..
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Jesus Cristo existiu ou foi um mito? Um mito não chegaria ao século XXI com mais de um bilhão de adeptos


Conta-se que certa vez um soldado de Napoleão Bonaparte, empolgado com as conquistas do grande imperador da França, lhe disse:

- Imperador, pode fundar a nossa religião e a nossa igreja. Estamos prontos a seguir Sua majestade.

Ao que Napoleão lhe teria respondido: - Filho, para alguém inaugurar uma religião e fundar um igreja, precisa de duas coisas: primeiro, morrer numa cruz; segundo, ressuscitar ao terceiro dia. A primeira eu não quero e a segunda eu não posso; então, para com esta estória de fundar uma igreja e uma religião.

O que mais me impressiona nesta narração, que ouvi de um professor universitário de História, é que Napoleão não era bom católico, tanto assim que foi o primeiro imperador a não aceitar ser coroado pelo Papa, quando este era o costume da época, e mais: mandou prender o Papa Pio VI, e depois, o Papa Pio VII, quando este não quis concordar com o divórcio do seu irmão Jerônimo. No entanto, Napoleão sabia que só Jesus tinha credenciais divinas para fundar uma Igreja.

A Igreja Católica é a única que foi fundada expressa e diretamente por Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, Deus verdadeiro. Isso é o que faz dela a única Igreja autêntica. As outras são invenções dos homens.

Mas muitos perguntam: será que Jesus Cristo é mesmo Deus? Será que Jesus existiu mesmo? Será que fundou a Igreja mesmo?

Vamos responder a cada uma dessas perguntas. Comecemos pela existência histórica de Jesus Cristo.

Além dos Evangelhos e Cartas dos Apóstolos, a mesma História que garante a existência dos faraós do Egito, milhares de anos antes de Cristo, garante a existência de Jesus. Muitos documentos antigos, cuja autenticidade já foi confirmada pelos historiadores, falam de Jesus. Vamos aqui dar apenas alguns exemplos disso e mostrar que Nosso Senhor Jesus Cristo não é um mito.

Documentos de escritores romanos (110-120):

1.Tácito (Publius Cornelius Tacitus, 55-120), historiador romano, escritor, orador, cônsul romano (ano 97) e procônsul da Ásia romana (110-113), falando do incêndio de Roma, que aconteceu no ano 64, apresenta uma notícia exata sobre Jesus, embora curta:

“Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo na cidade. Então, para cortar o mal pela raiz, Nero imaginou culpados e entregou às torturas mais horríveis esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vêm-lhes de Cristo, que, sob o reinado de Tibério, foi condenado ao suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu-se de novo, não somente na Judéia, onde tinha a sua origem, mas na própria cidade de Roma” (Anais, XV, 44).

2. Plínio o Jovem (Caius Plinius Cecilius Secundus, 61-114), sobrinho de Plínio, o Velho, foi governador romano da Bitínia (Asia Menor), escreveu ao imperador romano Trajano, em 112:

“[...] os cristãos estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus” (Epístolas, I.X 96).

3. Suetônio (Caius Suetonius Tranquillus, 69-126), historiador romano, no ano 120, referindo-se ao reinado do imperador romano Cláudio (41-54), afirma que este “expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Chrestós (forma grega equivalente a Christós, Cristo), se haviam tornado causa frequente de tumultos” (Vita Claudii, XXV).

Esta informação coincide com o relato dos Atos dos Apóstolos 18,2, onde se lê: “Cláudio decretou que todos os judeus saíssem de Roma”; esta expulsão ocorreu por volta do ano 49/50. Suetônio, mal informado, julgava que Cristo estivesse em Roma, provocando as desordens.

Documentos judaicos:

1. O Talmud (Coletânea de leis e comentários históricos dos rabinos judeus posteriores a Jesus) apresentam passagens referentes a Jesus. Note que os judeus combatiam a crença em Cristo, daí as palavras adversas ao Senhor.

Tratado Sanhedrin 43a do Talmud da Babilônia:

“Na véspera da Páscoa suspenderam a uma haste Jesus de Nazaré. Durante quarenta dias um arauto, à frente dele, clamava: “Merece ser lapidado, porque exerceu a magia, seduziu Israel e o levou à rebelião. Quem tiver algo para o justificar venha proferi-lo!” Nada, porém se encontrou que o justificasse; então suspenderam-no à haste na véspera da Páscoa.”

2. Flávio Josefo, historiador judeu (37-100), fariseu, escreveu palavras impressionantes sobre Jesus:

“Por essa época apareceu Jesus, homem sábio, se é que há lugar para o chamarmos homem. Porque Ele realizou coisas maravilhosas, foi o mestre daqueles que recebem com júbilo a verdade, e arrastou muitos judeus e gregos. Ele era o Cristo. Por denúncia dos príncipes da nossa nação, Pilatos condenou-o ao suplício da Cruz, mas os seus fieis não renunciaram ao amor por Ele, porque ao terceiro dia ele lhes apareceu ressuscitado, como o anunciaram os divinos profetas juntamente com mil outros prodígios a seu respeito. Ainda hoje subsiste o grupo que, por sua causa, recebeu o nome de cristãos” (Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a).

Documentos Cristãos:

Os Evangelhos narram, com riqueza de detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos a terra da Palestina no tempo de Jesus. Os evangelistas não poderiam ter inventado tudo isso com tanta precisão.

São Lucas, que não era apóstolo nem judeu, fala dos imperadores César Augusto, Tibério; cita os governadores da Palestina: Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias e outros personagens como Anás e Caifás (cf. Lc 2,1;3,1s). Todos são muito bem conhecidos da História Universal.

São Mateus e São Marcos falam dos partidos políticos dos fariseus, herodianos, saduceus (cf. Mt 22,23; Mc 3,6).

São João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (cf. Jo 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (cf. Jo 19, 13), e muitas outras coisas reais. Nada foi inventado, tudo foi comprovado pela História.

Além dos dados históricos sobre a vida real de Jesus Cristo, tudo o que Ele fez e deixou seria impossível se Ele não tivesse existido. Um mito não poderia chegar ao século XXI [...] com mais de um bilhão de adeptos.

Os Apóstolos e os evangelistas narraram aquilo de que foram testemunhas oculares; não podiam mentir sob pena de serem desmascarados pelos adversários e perseguidores da época. Eles eram pessoas simples, alguns, pescadores e nunca teriam a capacidade de ter inventado um Messias do tipo de Jesus: Deus-homem, crucificado, algo que era considerado escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Jamais isso seria possível com Israel sob o jugo romano, dominador intransigente.

Outro fato marcante é que os judeus esperavam um Messias “libertador político”, que libertasse Israel dos romanos, no entanto, os Evangelhos narram um Jesus rejeitado pelos judeus, e que vem como libertador espiritual e não político. Os apóstolos teriam a capacidade e a coragem de inventar isso? Homens rudes da Galileia não teriam condições também de forjar um Jesus tão sábio, santo, inteligente, desconcertante tantas vezes.

Tem mais, a doutrina que Jesus pregava era de difícil vivência no meio da decadência romana; o orador romano Tácito se referia ao Cristianismo como “desoladora superstição”; Minúcio Félix falava de “doutrina indigna dos gregos e romanos”. Os Apóstolos não teriam condições de inventar uma doutrina tão diferente para a época.

Será que poderia um mito ter vencido o Império Romano? Será que um mito poderia sustentar os cristãos diante de 250 anos de martírios e perseguições? O escritor cristão Tertuliano (†220), de Cartago, escreveu que “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”.

Será que um mito poderia provocar tantas conversões, mesmo com sérios riscos de morte e perseguições?

No século III já havia cerca de 1.500 sedes episcopais (bispos) no mundo afora. Será que um mito poderia gerar tudo isso? É claro que não.

Será que um mito poderia sustentar uma Igreja, que começou com doze homens simples, e que já tem 2.000 anos; que já teve 264 Papas e que tem hoje mais de 4.000 bispos e cerca de 410 mil sacerdotes em todo o mundo? As provas são evidentes. Negar, historicamente que Jesus existiu, seria equivalente a negar a existência de Platão, Herodes, Pilatos, Júlio César, Tibério, Cleópatra, Marco Antônio, entre outros.


Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

como-saber-se-estou-gravida.gif


A vivência da intimidade sexual passou a ser normal para muitos casais de namorados. Talvez, por não entenderem a transcendência do ato sexual, muitas vezes, o sexo é nivelado por baixo. Uma vez minimizado na sua grandeza, erroneamente, este é também colocado como meio de sustentação do namoro. Para a maioria dos jovens casais, tal intimidade é justificada como sendo também uma fase do conhecimento daquele (a) a quem dizem amar.


A experiência sexual nesse período ganha força quando o casal percebe que essa é uma prática comum também no relacionamento dos colegas. Na roda de amigos, muitos pensam que seria bobeira não aproveitar a situação, sendo que o (a) namorado (a) deseja o mesmo. Julgando-se conhecedores de todas as coisas e muito seguros de si, acreditam que a possibilidade de uma gravidez só acontece para quem não souber evitá-la; até o momento em que a namorada traz a notícia de que está grávida. (Dessa vez, a tônica das conversas na roda de amigos será o "vacilo que fulano deu"!)


É sabido que algumas jovens têm más experiências ao comunicarem ao namorado a "consequência" ocorrida pela referida intimidade. Nesse momento, alguns simplesmente desaparecem ou as culpam, como se elas fossem as únicas responsáveis pela gravidez. Os namorados se esquecem de que a responsabilidade que hoje está sobre elas é também resultado do compromisso que, indiretamente, assumiram ao desejar viver a intimidade no namoro. As jovens mães percebem, então, a duras penas, que fizeram uma má escolha, reconhecendo que aqueles que, antes, lhes fizeram tantas promessas, foram apenas capazes de engravidá-las. Mesmo sem querer, agora, o casal de namorados se torna pais.


Para outros casais, ainda que a notícia da gravidez venha a abalar o dia, eles sabem que não poderão ocultar a situação por muito tempo. Em breve começarão a acontecer as mudanças no corpo da mulher. Então, a ela caberá a responsabilidade de enfrentar os pais e tentar justificar o óbvio; enquanto que a ele caberá a iniciativa de preparar condições de promover o conforto básico, tanto emocional como de bem-estar, que toda mulher grávida necessita.


Se uma gravidez para uma pessoa casada já causa grandes mudanças e exige muitas adaptações, imaginemos para aqueles que ainda estão no começo da realização de seus sonhos e planos... Para estes, a situação se torna ainda mais exigente, pois, vivendo o novo papel, surgem - nas vidas dos então namorados - as dificuldades pertinentes ao convívio contínuo. O relacionamento vai exigir do casal o compromisso e o desprendimento de se moldar ao inusitado apresentado pela situação. Tudo será vivido de maneira intensa, em meio às preocupações, aos choros do bebê, às dificuldades para continuar os estudos, à busca de trabalho, à aceitação dos familiares, entre outros.


O tempo propiciado ao casal, durante o namoro, para avaliar o perfil do pretendente e se conhecer mutuamente é abreviado com a gestação da namorada. Com tantos desafios, os namorados perceberão que pouco conheciam o temperamento do outro e, muitas vezes, se veem despreparados para assumir as consequências do ato que os levaria para muito mais além do prazer experimentado.


Para não viver os mesmos atropelos de outros namorados que tiveram de provar das responsabilidades paternas antecipadamente, melhor será para os jovens casais aplicarem-se no crescimento, nas adaptações e no amadurecimento do namoro. Dessa maneira, quando se decidirem pelo casamento, nenhum dos dois poderá alegar que não conheceu suficientemente a pessoa escolhida para compartilhar com ele (a) a vocação do matrimônio.


A prova de amor se confirma no compromisso mútuo de fazer o outro feliz por aquilo que ele é e não por aquilo que ele faz.




Um abraço





Dado Moura


contato@dadomoura.com


Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista.


Para ouvir comentários de outros artigos, acesse: podcast Relacionamentos


Outros temas do autor: www.dadomoura.com Twitter do autor: Dado Moura




























terça-feira, 6 de abril de 2010
Pessoal não tive tempo de colocar nada ontem devido a mudanças no novo "layout" do blog.
Pra começar bem a semana, la Váiiiiiiiii um video para você refletir sobre sua vida religiosa.

Para de preguiça e vejam!!!! vocês vão gostar.

Pe. Léo - Jesus está disfarçado em sua casa (1/2)


Pe. Léo - Jesus está disfarçado em sua casa (2/2) 

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Durante toda procissão nós não tiramos apenas fotos, mais tambem fizemos algumas filmagens da procissão.


Abaixo estão disponiveis dois vídeos com uma pequena montagem do que foi a Procissão e a Celebração, a idéia a principio era de ser apenas um video, porém devido a limitação do site: www.youtube.com tivemos que dividir o video em duas partes.


Mais não se preoculpem as duas partes estão no videos abaixo:


Espero que gostem:


PARTE I:



PARTE II


cross.jpg




A morte e ressurreição de Jesus causa interesse e apreensão. Para uns alegria, para outros insegurança e temor, pois ele promete a implantação de um reino justo, que valorize os direitos humanos."

A "Via Dolorosa" é essencialmente um exercício de devoção, um caminho que nos permite uma reconexão com o divino, uma promessa de enlevo através do despertar da alma. Dante Alighieri, em sua obra-prima A Divina Comédia, nos coloca frente a frente com essa possibilidade, evocando uma imagem de rara beleza:


"Sobre a cruz o Cristo resplandecia a tal ponto que eu não saberia encontrar imagem para representá-lo; mas aquele que toma sua cruz e o segue, me desculpará por não saber exprimi-lo, quando vir, na dita claridade, o Cristo brilhando como o relâmpago..."

As catorze estações da Via Crucis representam os episódios mais marcantes na Paixão e Morte de Cristo. Esta tradição tem origem franciscana e reproduz a "Via Dolorosa", ou seja, o percurso feito por Jesus desde o Tribunal de Pilatos até o Calvário (ou Gólgotha, 'lugar do crânio' em hebraico), em Jerusalém. Desde a sua criação, no século XV, a Via Crucis sofreu modificações ao longo do tempo, mas a sua forma final, catorze episódios, foi finalmente fixada pelos papas Clemente XII, em 1731, e Bento XIV, em 1742. É possível, entretanto, encontrar versões da Via Crucis com quinze estações. O ritual, realizado por milhares de peregrinos há mais de quinhentos anos, consiste em percorrer, assim como Jesus, as quinze estações que recriam os momentos desde a sua condenação à morte até o seu enterro, parando em cada estação para meditar ou rezar.


Muito mais significativo do que saber se realmente a Via Crucis aconteceu como hoje a conhecemos, é tentar compreender o inesgotável manancial escondido por trás de seus símbolos.

Acompanhe os passos de Jesus na cidade sagrada de Jerusalém e depois reflita sobre cada Estação, inspirando-se nas ilustrações cedidas gentilmente pela Editora Paulus.



I ESTAÇÃO



Aqui ficava a Fortaleza de Antônio, local onde Pôncio Pilatos condenou Jesus à morte.



Jesus é condenado à morte.

Pilatos mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão: "Estou inocente do sangue deste homem". A responsabilidade agora é do povo". Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado."




II ESTAÇÃO


Muitos peregrinos caem de joelhos diante do local onde Jesus foi flagelado e a cruz colocada às suas costas.




Jesus carrega a sua cruz.

Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao Calvário ou Gólgotha ('lugar do crânio' em hebraico). A Cruz é um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte.




III ESTAÇÃO


A capela, que pertence ao Patriarcado Armênio, marca o local onde Jesus caiu pela primeira vez.




Jesus cai pela primeira vez.

Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem e ele cai. Com chicotes, os soldados que o escoltavam o forçam a se levantar.




IV ESTAÇÃO


Os católicos armênios cuidam também dessa capela que marca o local onde Jesus encontra sua mãe.




Jesus encontra Maria, sua mãe.

Mãe e filho se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilharam até a cruz. Sua união era tão intimamente perfeita, que não tinham necessidade de falar, porque a única expressão residia nos seus corações.




V ESTAÇÃO


A porta à direita é a entrada da capela que os católicos gregos construíram no século 19 para marcar o local do encontro entre Jesus e Verônica.




Jesus recebe ajuda de Simão para carregar a cruz.

Na verdade, Simão de Cireneu foi obrigado a carregar a cruz. Ele vinha passando, quando recebeu dos soldados a ordem de ajudar, Jesus tinha que permanecer vivo até a crucifixão.




VI ESTAÇÃO


A porta à direita dá entrada para a capela construída pelos católicos gregos no século 19 para marcar o local do encontro entre Jesus e Verônica.




Verônica enxuga a face de Jesus.

Uma mulher que assistia à passagem de Jesus decide limpar a sua face tingida de sangue. O pano usado por Verônica teria ficado gravado com a imagem do rosto de Cristo.




VII ESTAÇÃO


Na Rua do Mercado, da Velha Jerusalem, está marcado o local onde Jesus caiu pela segunda vez.




Jesus cai pela segunda vez.

Jesus sabia que iria enfrentar um cruel sofrimento. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava cansado e abatido. Ele caminhava com dificuldade e mais uma vez tropeçou e caiu.




VII ESTAÇÃO


A cruz latina encravada na parede tem a inscrição 'Jesus vence' e assinala o lugar onde Ele encontra as mulheres de Jerusalem.




Jesus fala às mulheres de Jerusalém.

Já próximo do Monte Calvário, Jesus esquece sua dor para abrir o coração e consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o seu sofrimento.




IX ESTAÇÃO


O monge copta reza diante da coluna que é o marco do local onde Jesus caiu pela terceira vez.




Jesus cai pela terceira vez.

Aproxima-se o fim da Via Crucis, com a última queda de Jesus, a terceira de três quedas. Jesus chega ao Calvário. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel, mas ele não quis beber.




X ESTAÇÃO


A capela franciscana está na fachada da Igreja do Santo Sepulcro. Ali Jesus foi despido.




Jesus é despojado de suas vestes.

Os soldados tomaram as roupas e as sortearam entre eles, cumprindo assim, as profecias antigas que descreviam esse episódio.




XI ESTAÇÃO


Apenas alguns passos separam esta da estação anterior. Aqui o mosaico sombrio do teto reflete o sofrimento de Jesus ao ser pregado na cruz.




Jesus é pregado na cruz.

Jesus é crucificado. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés. A cruz é erguida, e o Cristo fica suspenso entre o céu e a terra. Agora, ele está definitivamente pregado à cruz.




XII ESTAÇÃO

Uma cruz de ouro e pedras preciosas do tempo do imperador romano Constantino, século 3, está no local da crucificação de Jesus.




Jesus morre na Cruz.

Com o Sol eclipsado, Jesus gritou do alto da cruz: 'Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito. Agora, estou contigo'. Baixou a cabeça e morreu.




XIII ESTAÇÃO


A rocha sob o altar da direita é o marco do momento em que Jesus é descido da cruz e Maria, sua mãe o carrega nos braços. Stabat Mater é o nome desse altar e a cena deu origem às belíssimas imagens de Maria como Pietá.




Jesus é retirado da Cruz.

Depois de pedir autorização a Pilatos, José de Arimatéia e Nicodemos compraram um lençol de linho branco e tiras de pano, e retiraram o corpo de Jesus da cruz. Maria, sua mãe, o recebeu em seus braços.




XIV ESTAÇÃO


Símbolos das três denominações cristãs, Católicos, Gregos ortodoxos e Armênios ortodoxos, enfeitam as paredes do sepulcro onde Jesus foi enterrado.




Jesus é sepultado.

José de Arimatéia, Nicodemos e alguns apóstolos tomaram o corpo de Jesus, envolveram-no com um lençol de linho e o deitaram numa saliência na rocha em forma de cama. Então fecharam a entrada com uma grande pedra.




XV ESTAÇÃO


A imponente edícula do Santo Sepulcro de onde Jesus ressuscitou do reino dos mortos.




A Ressurreição.

No domingo, as mulheres que foram ao túmulo o encontraram vazio. Viram dois homens com vestes claras e brilhantes que lhes perguntaram: "Por que procuram entre os mortos, quem está vivo? Ele não está aqui, mas ressuscitou".





Fonte: Pároquia Nossa Senhora Auxiliadora

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