AVISOS DA COMUNIDADE:

Seg, 07 de Novembro de 2011 12:55
As vésperas da Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo a Arquidiocese de Goiânia convida todo o povo de Deus para a Ordenação Presbiteral de três diáconos, Aurélio Vinhadele de Siqueira, Divino Antônio da Silva e Rafael Oliveira da Silva. A cerimônia será realizada no dia 19 deste mês, às 15 horas, na Catedral Metropolitana.
História de vida dos diáconos
Aurélio Vinhadele de Siqueira, nascido aos 8 de janeiro de 1978, em Goiânia. Filho de José Silvério de Sousa e de Cleusa Vinhadele de Alcântara Sousa. Ao mesmo foi conferido o Batismo na Paróquia Sagrado Coração de Jesus de Goiânia, Arquidiocese de Goiânia. Recebeu a Primeira Eucaristia e o Crisma na Paróquia Santa Luzia, nesta capital.
Divino Antônio da Silva, nascido aos 14 de julho de 1973, em Goianésia. Filho de José Severino da Silva e de Maria Rosa da Silva. Ao mesmo foi conferido o Batismo a Primeira Eucaristia e o Crisma na Paróquia Nossa Senhora D’Abadia, em Goianésia, Diocese de Uruaçu.
Rafael Oliveira da Silva, nascido aos 16 de agosto de 1983 em Goiânia. Filho de Mauro Lúcio da Silva e de Joselita Alves de Oliveira da Silva. Ao mesmo foi conferido o Batismo na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de São Vicente/SP, Diocese de Santos. Recebeu a Primeira Eucaristia e o Crisma na Paróquia São João Batista, situada no Setor Colina Azul, na cidade de Aparecida de Goiânia.

ORAÇÃO:


Ó Mãe Querida, no Teu manto de Ternura, viemos buscar proteção.

Maria, Mãe: Acolhe-nos como filhos e dai-nos tua benção.

Maria Mulher: Dai-nos coragem e esperança nas dificuldades da vida

Maria, Discipula: Ensina-nos a conhecer teu Filho Jesus, para amá-lo e segui-Lo.

Maria das Dores: Consola-nos e dai-nos a vontade lutar contra toda a injustiça violência e morte.

Oração das Dores: Consola-nos e dai-nos a vontade de lutar contra toda a injustiça, violência e morte.

Maria da Ressurreição: Orienta nossa comunidade para que seja sinal de vida, acolhida e partilha, fraternidade e solidariedade.

Oh mãe Querida, seja para nós, Maria da Libertação, Amén!

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sábado, 13 de março de 2010


   O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

   O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
   Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.
  
   Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
  
O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).


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